(I) Toda a Graça da
Salvação provém de Deus. É uma expressão que se configurou como um jargão na
boca de muitos. Mas, dizer por experiência própria é mais complicado. Quando
observamos as dificuldades da caminhada cristã, e as renúncias, e o coração que
precisa ser transformado a cada dia, e o andar no curso do céu, na marcha do
caminho da santidade encontramos muitas barreiras.
A
dureza do coração é uma delas. O homem busca satisfação, e o comodismo, mais do
que encarar a realidade da vida com Deus. Isso conduz a letargia espiritual.
Muitas
vezes, precisamos ser renovados no Espírito Santo, e digo isso não como uma
experiência de culto de avivamento, ou semana pentecostal ou congresso. E sim,
como um Fluir do Amor de Deus, como se experimentássemos novamente a infusão do
Amor de Deus em Cristo na Cruz do Calvário.
Isso
sacode a nossa estrutura espiritual, e nos desperta para atender a nossa
vocação e confirmar nossa eleição. Isso é como o emplastro colocado sobre a
ferida mortal, a ferida da indiferença que conduz à incredulidade, ao
endurecimento do coração e por fim leva à morte.
(II) O
SENHOR nos amou, Ele nos ama, e nos amará. Somos Seu povo por Sua Vontade;
nasceu na Sua Soberania Própria a nossa Escolha. Verdade é que não perguntávamos
por Ele. Quantas vezes ouvimos o Evangelho de Cristo e viramos as costas; nem
sempre demos atenção. Houve tempo em que se houvesse algo que passasse pela
nossa cabeça, esse algo não era Cristo, nem o que Ele fez por nós na Cruz.
A Indiferença para como Deus reinava, e nós como inimigos, não
queríamos saber de Cristo. Mas, agora depois de salvos, não podemos esquecer o
nosso Amigo, e a Sua Palavra arde dentro de nós, bem no fundo do nosso coração.
E nos leva a
clamar: 'Onde está o SENHOR para que o encontre? Não darei repouso às minhas
pálpebras, nem descanso ao meu corpo, até que eu encontre um lugar para o meu
Redentor'. Aleluia! Bendito é o Seu Nome para Sempre.
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